
Mãe, você foi quem me guiou os primeiros passos.Socorreu-me diante das pequenas quedas e sempre esteve ao meu lado, mesmo quando as quedas se tornaram maiores.
Ensinou-me lições que nenhuma outra escola foi capaz de me oferecer.Buscou me mostrar o caminho do bem e mesmo quando eu trilhei outro rumo, não me abandonou.
Quando precisei, era sua mão que enxergava a minha frente, mesmo antes que eu pedisse o seu apoio.Mãe, você foi capaz de atravessar as trevas inúmeras vezes para que a harmonia e a paz permanecessem ao meu lado.
Acendeu a esperança dentro de mim, quando a minha frente se formava a maior tempestade.
Esteve ao meu lado nas alegrias e tristezas.
Chorou pelas minhas dores e também pelas minhas conquistas.Fingiu não se importar com as minhas ofensas e esteve presente sempre que precisei.Brigou diante dos meus desatinos, mas jamais recusou o seu amor.
Ensinou-me a importância da fé em todos os momentos da vida, fortalecendo-me quando me sentia desamparada. Deu-me colo quando precisei e broncas, quando insisti nos erros.Foi minha amiga e companheira de jornada.Esteve sempre presente em todos os momentos da minha vida, mesmo quando o físico já não se fazia visível.Porém, mesmo que as palavras não pudessem ser ouvidas e os gestos vistos, a sua presença sempre se fazia sentir.
Porque o amor verdadeiro rompe todas as fronteiras.E o amor de uma mãe é o sentimento mais verdadeiro e sublime que o Pai enviou a terra.
E ser mãe não é apenas gerar um filho no seu ventre, mas sim, ser um verdadeiro anjo em sua jornada evolutiva.Então não importa se a mãe é de geração ou de criação, mas sim o amor que pulsa dentro dela.
Amor que nos envolve e nos protege.Como também não importa se ela está ao nosso lado física ou espiritualmente, porque uma mãe será uma figura eterna dentro de nosso coração.E entre um filho e uma mãe, na maioria das vezes, as palavras não são necessárias.Porque o amor já diz tudo...
Sônia Carvalho
Profissão Mãe.
ResponderExcluirUma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era sua profissão.
Ela hesitou, sem saber como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!"
"Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
"Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exatamente?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).
O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente abriu-me a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com
Do andar de cima, pude ouvir meu novo experimento - um bebê de seis meses - testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!
(Marcelo Dias).
Feliz dia das Mães.
beijooo.
Minha querida Elzenir
ResponderExcluirPassei para deixar um beijinho com carinho, pelo dia das mães.
Sonhadora
Que lindo esse texto de amor e gratidão,realmente as vezes não é preciso palavras,mas, atitudes de amor.
ResponderExcluirTive uma mãe um tanto diferente,mas, guardo dela a criatividade e lealdade que ela me deixou. Feliz dia pra você amanhã. Montão de bjs e abraços
Realmente ser mãe é na mais sublime forma de amar que tudo dá tudo perdoa e nada espera
ResponderExcluirbeijinhos
Parabéns a todas as mães. Sublimes criaturas de quem teremos sempre o amor mais sincero e verdadeiro. Dizem que uma mulher só é realmente mulher quando é mãe, então, meu abraço a todas as mães mulheres.
ResponderExcluirOlá Elzenir...
ResponderExcluirEstamos apresentando uma Mostra Especial de Poeminis – “Encontros e Desencontros” a partir de imagens dos trabalhos da artista plástica Betty Martins.
Convidamos você, especialmente, para que conheça nossa obra no blog: http://poeminiseimagens.blogspot.com
Sua presença será uma honra para nós!
...sentimos sua falta lá na Casa da Poesia, viu?
Beatriz Prestes e Renato Baptista
Que homenagem mais linda, eu me senti homenageada.
ResponderExcluirtua mãe com certeza também.
Voltarei a te visitar, já estou te seguindo.
Mães são realmente preciosas, mas também tem aquelas que escolher se tornar mãe só devido ao amor contido no coração...
ResponderExcluirFique com Deus, menina Elzenir.
Um abraço.